terça-feira, 28 de abril de 2015

O Lápis




Sou a liberdade oprimida de uma mente incapaz de se expressar por palavras faladas, sou a ponte entre turbilhões de palavras, imagens desconectadas e breves sínteses organizadas.
Sou empunhado por um ser superior e com vontade, e esse Deus que me segura faz-me desenhar a sua mente a cada risco e letra que traço.

Sou um lápis, só meu e de meu dono, aliás, de meu dono somente pois, quando ele me deixa abandonado, perco a vida, fico inanimado. Contudo, quando nos voltamos a unir, eu, que quanto mais velho fico, mais pequeno me torno, ao contrário do meu dono que cresce com o passar do tempo, sinto-me imenso, pois transformo grandes amontoados de palavras confusas em pequenos rasgos de génio.

 um aluno do 10º ano


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Entrega dos prémios de poesia



      No âmbito do concurso " Dia Mundial da Árvore e da Poesia", dinamizado pela professora Paula Santos, na Biblioteca Escolar, foram entregues os prémios aos alunos vencedores,  a saber:

6º B
Rita Ferreira e Carolina Simões
Luís Marques
Pedro Carvalho

9º B
Soraia Lameiras

5º B
Matilde Silva

Parabéns a todos!

sexta-feira, 24 de abril de 2015

25 de Abril


O Dia da Liberdade é comemorado em Portugal a 25 de abril.

   A data celebra a revolta dos militares que a 25 de abril de 1974 levaram a cabo um golpe de estado militar, pondo fim ao regime ditatorial do Estado Novo.


   O Movimento das Forças Armadas, composto por militares que haviam participado na Guerra Colonial e por estudantes universitários teve o apoio da população portuguesa, conseguindo a implantação do regime democrático e a instauração da nova Constituição Portuguesa a 25 de abril de 1976 de forma pacífica.


   O símbolo do dia 25 de Abril é o cravo, a flor que se colocou nas armas dos militares neste dia.


   Após a revolução foi criada a Junta de Salvação Nacional que nomeou António de Spínola como Presidente da República e Adelino da Palma Carlos como Primeiro-Ministro.


   Desta forma o dia 25 de abril é conhecido como o Dia da Liberdade em Portugal e o dia da Revolução dos Cravos.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dia Mundial do livro e do direito de autor

 
 
    O Dia Mundial do Livro é comemorado desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura já que, segundo os vários calendários, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare, entre outros.
 
     A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a que comprar um livro.
 
    Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.
 
 
O

sexta-feira, 13 de março de 2015

Vencedores do concurso do Dia de S. Valentim

Os vencedores foram:

Não quero a garota mais linda do Mundo.
Quero a garota que faça do meu mundo
o mais bonito!
                       Luís Marques, n.º 8 do 6.º B

Não me faças sofrer!
Porque muito eu já sofri.
Vamos em frente!
Eu acredito em ti.
                           Ana Carolina Crisóstomo, n.º 1 do 7.º A 



Quando pensares que não és ninguém no Mundo,
Pensa que podes ser o mundo de alguém.
                          Beatriz Almeida, n.º 3 do 7.º A




 
Da esquerda para a direita - Beatriz Almeida, Luís Marques e Ana Carolina Crisóstomo.


Parabéns!


Poemas visuais


Mariana 8º A

Maria Vaz , 8º A



Inês Rolo, 8º A






Hugo Coimbra, 8º A



quinta-feira, 12 de março de 2015

“O Traficante”, de Robert Muchamore

Texto de opinião




Na minha opinião, gostei da obra “O Traficante”, de Robert Muchamore porque nunca pensei que miúdos da minha idade pudessem fazer toda a diferença.
É um livro muito interessante que cativa o leitor à medida que vamos lendo e é fácil de ler, porque está escrito de forma clara e explícita.
Quanto ao assunto, gostei da perseguição que houve entre James (personagem principal) e Keith Moore (o maior traficante de sempre). A missão principal de James era fazer-se muito amigo de Júnior (filho de Keith). Para conquistar a sua confiança, James teve de vender cocaína, tornando-se no melhor amigo de Júnior.
Nas férias de Verão, James viu-se obrigado a matar um homem e ficou num estado péssimo, mas a missão foi bem sucedida.
          Recomendo a leitura da obra por ser uma obra divertida, de aventura e fascinante, mas não sei se conseguirá motivar todos os jovens para a sua leitura.

Trabalho realizado por:
Carlos Alexandre S. Henriques, nº 4 
     8ºB

sexta-feira, 6 de março de 2015

Dia Internacional da Mulher



A data escolhida foi a do dia da manifestação das mulheres de São Petersburgo, que reclamaram pão e o regresso dos soldados. Esta manifestação ocorreu no dia 23 de fevereiro de 1917, que, no Calendário Gregoriano (o nosso), é o dia 8 de março. 
Só a partir daqui, se pode falar em 8 de março, embora apenas depois da II Guerra Mundial esse dia tenha tomado a dimensão que foi crescendo até à importância que hoje lhe damos.
      A partir de 1960, essa tradição recomeçou como grande acontecimento internacional, desprovido, pouco e pouco, da sua origem socialista.

      Desde 1975, em sinal de apreço pela luta então encetada, as Nações Unidas decidiram consagrar o 8 de março como Dia Internacional da Mulher.

Se, nos nossos dias, perante a lei da maioria dos países, não existe qualquer diferença entre um homem e uma mulher, a prática demonstra que ainda persistem muitos preconceitos em relação ao papel da mulher na sociedade. 
Produto de uma mentalidade ancestral, ao homem ficava mal assumir os trabalhos domésticos, o que implicava para a mulher que exercia uma profissão fora do lar a duplicação do seu trabalho. Foi necessário esperar pelas últimas décadas do século XX para que o homem passasse, aos poucos, a colaborar nas tarefas caseiras.

       Mas, se no âmbito familiar se assiste a uma rápida mudança, na sociedade em geral a situação da mulher está ainda sujeita a velhas mentalidades que, embora de forma não declarada, cerceiam a sua plena igualdade. O número de mulheres em lugares diretivos é ainda diminuto, apesar de muitas delas demonstrarem excelentes qualidades para o seu desempenho. 
Hoje as mulheres estão integradas em todos os ramos profissionais, mesmo naqueles que, ainda há bem pouco tempo, apenas eram atribuídos aos homens, nomeadamente a intervenção em operações militares de alto risco.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Título e leitor do mês de fevereiro

Título mais lido: “ Os heróis do 6º F” de António Mota.


Leitoras do mês
Fátima Cardoso, n.º 12, 7ºC
Mafalda Lima, n.º 13, 5º C

Estão também de parabéns
José Barata, n.-º 15, 6º C
Isabelly Rojas, n.º12, 6º C
Carolina Silva, n.º 5, 8ºB
Afonso Reis, n.º 1, 5ºC
Margarida Matias, n.º12, 6ºB
Carolina Cardoso, n.º 6, 6ºC
Leonor Brito, n.º15, 6ºA
Rafaela Simões, n.º 16, 5ºA

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Feira do Livro 2014/2015


sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dia de São Valentim



O imperador romano Cláudio II, durante seu governo, proibiu a realização de casamentos, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que se os jovens, não tivessem família, iam alistar-se com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. O seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim preso e condenado à morte.


Enquanto estava preso, muitos jovens atiravam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que atiravam mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Artérias, filha do carcereiro, que conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonados e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão.


O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada.





Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270.



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Autorretrato - Manuel de Sousa

“Jogo de espelhos”



                Sou de facto humano, para aqueles que ainda duvidam e me comparam com algum vulcano star trekiano. A ambição é talvez uma das minhas maiores virtudes, apesar de por vezes funcionar como um catalisador de tragédias e das minhas outras estranhas anomalias ou defeitos, como a teimosia, a simpatia em demasia, a utilização de termos ou classificações complexas (por vezes inadequadas) que acabam por originar confusões, e por fim o desconhecimento da metodologia dos relacionamentos entre adolescentes.
                Quero ser um Alan Turing, um Nicola Tesla ou um Engels do nosso tempo. Quero ser relevante para a enorme comunidade de omnívoros a que pertenço, evitando a fama ou o falatório estelar. Devido ao meu orgulho, outro defeito comum entre a minha geração e ao receio de desapontar aqueles que em mim acreditam e investem sou muitas vezes difícil de convencer, reconhecendo os meus erros ou mudando de opinião apenas quando me apresentam factos sólidos e inabaláveis.
                Pareço um antissocial, de baixa de estatura, que namora com uma biblioteca e quatro hard drives de 2 yotabytes cada, ao mesmo tempo. Esta minha aparência pode dever-se à minha grande arqui-inimiga, a ignorância, essa besta que nos persegue como um parasita que se alimenta da preguiça e de todas as outras formas de inércia voluntária para acumular genica. Por isso, para combater tal aberração eu comprometi-me a tomar doses de conhecimento diariamente, tendo feito vários amigos pelo caminho, como a História, a Física ou a Informática, possivelmente a mais difícil de contentar das três.


Manuel Luís Gouveia Lima Pires de Sousa/10ºB/nº12/2014-2015

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Livro e leitor do mês de janeiro

O título mais requisitado este mês foi a "Fada Oriana".


As melhores leitoras do mês  de janeiro foram as alunas:


Dulce Travassos, 6ºA, n.º 6
Fátima Cardoso, 7º C, n.º 12

Estão também de parabéns :

Inês Francisco, 6ºC, n.º 11
Ana Ferreira, 6ºB, n.º 2
Leonor Brito, 6ºA, n.º 15
Inês Grazina, 5º D, n.º 9
Mafalda Lima, 5ºC, n.º 13
Vanessa Subtil, 6º B , nº 18
Rita Ferreira, 6º B, n.º 15
Bárbara Carvalho, 5ºA, n.º 2






quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Carta e Memória, por Manuel Sousa





Carta


Havana, 31 de dezembro de 1958

Querida mãe,
Escrevo-te da embaixada pois atualmente é o único local seguro em toda a ilha para qualquer cidadão americano.
O embaixador Earl Smith pede-nos constantemente para confiarmos nas capacidades do presidente Fulgencio em gerir o país e em repelir qualquer ofensiva por parte do Movimento 26 de Julho. Porém parece-me que pela primeira vez na história da nação estadunidense é o “ser americano” que vai originar o massacre de tantos filhos do capitalismo.
Na realidade parece-me que não vou conseguir abandonar a ilha de Fidel com vida e por isso peço-te que digas ao pai que gosto muito dele e que aguardo que a minha ausência não o alegre muito. Espero que ele alguma vez me perdoe por não ter enveredado pela carreira de guerreiro da liberdade mas sempre gostei mais de argumentar nos tribunais pelos mais ou menos inocentes.
Sei que vou sentir falta das tuas tartes de maçã e do sumo de laranja pela tarde. A acrescentar a tudo isto sei agora que se os castristas chegarem ao ponto de entrar por aquelas portas nunca mais vou voltar a pisar o verdadeiro solo americano, o solo da liberdade, da corrupção e da pouco recorrente, porém adorada felicidade do “sonho americano”.
Sem mais para dizer, um filho que te adora,
Thomas


Memória

Recordo-me como se fosse hoje,
Corri, corri para sobreviver, hoje não me parece que seria capaz de correr tanto, não devido à idade mas talvez por já ter desistido de viver, por ter agora conhecimento da personalidade que a sociedade acabou por tomar.
Assim que hastearam aquelas bandeiras na câmara, embaixadoras de um budismo retorcido, eu, que me encontrava sentado num café que hoje não reconheço pois este foi levado, tal como muitas outras coisas daquele tempo que foram apagadas pela tormenta que varreu toda a Europa durante cerca de meio século. O medo tomou-me por ter conhecimento da aversão daqueles animais por qualquer pessoa que não partilhasse das suas crenças.
O medo tornou-se no combustível da minha máquina, do meu instinto e… corri, corri para fugir, corri para esquecer, corri por temer perder o que a vida representa para mim.
O sabor doce, delicado e aparentemente demasiado frágil foi-se perdendo ao longo das ruas do meu reduto, faltou-me repentinamente o ar ao perder a cor, sabia onde ela estava, mas já não a identificava como minha, tinham-me roubado o meu abrigo, roubaram-me a minha essência e foi assim que eu morri, ao ver a minha imergir num inferno do qual não regressou ainda.

Manuel Luís Gouveia Lima Pires de Sousa 10ºB nº12

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Dia Mundial da Liberdade - 23 de Janeiro


O que é a Liberdade?
    É um direito comum a todo o ser humano para realizar escolhas livremente, para determinar o seu futuro e as suas opções de vida.

    Mas atenção!

    Liberdade não é fazer o que nos apetece, sem dar contas a ninguém. Deves perceber os limites da tua liberdade individual, de forma que não contraries a liberdade do outro.

    Como vivemos em sociedade torna-se impossível que cada um faça o que quer sem pensar nos outros, torna-se necessário respeitar as regras gerais que convêm a todos.
     Que Liberdades ?
Liberdade Política - liberdade para formar partidos políticos; para votar em candidatos a diferentes cargos do governo nacional, regional ou local; para se candidatar a qualquer cargo político.

  Liberdade de Expressão - liberdade de dizer o que se pensa publicamente, seja em conversa, seja por escrito.

 Liberdade Religiosa - liberdade para praticar a religião que se deseja.

Liberdade

  Declaração Universal dos Direitos Humanos


"Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade."

        Artigo I da Declaração Universal dos Direitos Humanos

 "Todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidas nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição."